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21 de fevereiro de 2011

BIOGRAFIA DE SHEILA


Santa Joana de Chantal.(SHEILA)

Joana Francisca Fremyot de Chantal (Dijon, 28 de Janeiro de 1572 — Moulins, 13 de Dezembro de 1641), baronesa de Chantal, foi uma nobre, católica, fundadora da Ordem da Visitação. Foi canonizada em 1767.

Biografia

Filha de Benigno Frémiot, presidente do parlamento de Borgonha e de Margarida de Berbizy, foi baptizada como Joana, tendo lhe sido acrescentado o de Francisca quando da cerimónia de confirmação.

Tendo recebido esmerada educação, recusou-se a desposar um fidalgo abastado uma vez que o mesmo era calvinista. Desposou o barão de Chantal, passando o casal a residir no Castelo de Bourbilly, onde fez celebrar missa diáriamente, com a presença de todos os domésticos. Ocupou-se da instrução religiosa dos mesmos, atendendo-lhes as suas necessidades materiais. Aos domingos e dias de festa, participava da missa paroquial.

Ficou viúva aos 28 anos de idade, com um filho e três filhas. A partir de então, fez voto de castidade, dedicando-se à prática da caridade. Retirou-se do mundo e passou a dividir o seu tempo entre a oração, o trabalho e a educação dos filhos. Em 1604, na casa de seu pai em Dijon, conheceu o bispo de Genebra, São Francisco de Sales. Identificando nele a pessoa para dirigi-la espiritualmente, ligou-se a ele por uma profunda amizade.



Com os filhos mais crescidos e amadurecidos, planejou ingressar na vida monástica. Para esse fim, o jovem barão de Chantal, com 15 anos de idade, foi entregue ao avô materno, que passou a cuidar de sua educação e de seus bens; a sua filha mais velha desposou o barão de Thorens; a filha do meio faleceu pouco depois; a filha mais nova desposou o conde de Toulonjon.

Em 1610, em Annecy, sob a orientação do bispo de Genebra, a baronesa fundou a Congregação da Visitação de Santa Maria, juntamente com Jacqueline Fabre e a senhorita Brechard. A baronesa dirigiu, como superiora, de 1612 a 1619 a casa que fundou em Paris, no bairro de Santo Antônio, onde chegou a ser perseguida. Deixou o cargo de superiora da Ordem e voltou a Annecy.

Faleceu, após grande agonia, pronunciando o nome de Jesus. À data de sua morte, a Congregação já contava com 87 conventos e, no primeiro século de existência, com 6.500 religiosos. Foi canonizada em 1767 como Santa Joana de Chantal.

Ordem da Visitação


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Ordem da Visitação ou Ordem da Visitação de Santa Maria é uma ordem religiosa feminina católica fundada por São Francisco de Sales e Santa Joana de Chantal em 1610. (CLAUSURA) nota (É um lugar resevado e onde o acesso só é permitido para alguns. Algumas freiras vivem enclausuradas (fechadas, isoladas) só saindo para as necessidades básicas, alimentação, tratamento de saúde, etc e para irem a missa.) Actualmente a ordem, a nível mundial, tem cerca de 3000 irmãs em 168 mosteiros.

É uma opção delas.

A ordem está em Portugal desde 1784, mantendo três mos­teiros, em Braga e Vila das Aves e Leiria.

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 A outra encarnação de Sheila (que temos conhecimento)


Os dados que temos referente a vida de Sheilla quando enfermeira, exige-se  discernimento ao fazer alguma afirmação.  Sua encarnação fica dividida entre a primeira guerra mundial e a segunda guerra mundial.(segundo a pesquisa) Segundo o médium (Ney Bianchi) - livro A verdade sobre o Dr. Fritz afirma que ela viveu sua encarnação como enfermeira na primeira guerra mundial, outros autores afirmam ser  na segunda guerra mundial.



Corriam os anos, e como guerras e conflitos eram vividos por todos os Povos. Aflições e angústias assolavam a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla já atuava como enfermeira. Seu estilo simples e sua meiguice espontânea muito a ajudavam em sua profissão. Sua beleza, uma vez clara e o cabelo muito louro davam-lhe um ar de graça suave e seus olhos azuis-esverdeados apresentavam um brilho intenso, refletindo a grandeza de seu Espírito. De estatura mediana e sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla sempre preocupada em ajudar. Esquecia-se de si mesma e pensava somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a não ouvia as terríveis criatura.Scheilla Explosões partidas das armas destruidoras. Só ouvia a voz de alguém que gemia de frio e de dor. Por esta razão, numa tarde em que os soldados se misturavam ao ódio gerado por almas sedentas de batalha, eis que tomba no solo de sua pátria uma jovem enfermeira, que, com coragem, atravessava os campos perigosos de batalha para socorrer e sanar os gritos que lhe vinham de encontro.


Pelo toque triste de um clarim, muitos viram cair junto aos sofridos soldados na Segunda Grande Guerra Mundial sentir o corpo da enfermeira, destemida e amiga. Morria nos campos de luta Scheilla, aos 28 anos de idade, para surgir nas esferas superiores com o seu mesmo estilo e com mais aprimorado carinho e dedicação. Scheilla, a Enfermeira do Alto, descendo agora em outra condição.


Peixotinho, em Macaé-RJ, iniciou um trabalho de orações para as vítimas da Segunda Grande Guerra. Foi então que, de repente, chegou lá e se materializou um espírito chamado Rodolfo*, que contou que era de uma família legitimamente espírita, morando na Alemanha. Ele teve que servir na guerra como oficial-médico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito autêntico, que passou muitas idéias humanitárias aos filhos, havia lhe dito: -Matar nunca. Ao que Rodolfo respondeu: -Pai, não é isso, vou servir como médico. Pois bem, em certa ocasião, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelotão de fuzilamento. Ele, então, disse: -A minha missão é salvar, não matar. E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir à pátria, pois a pátria pedia a ele que matasse alguém e ele se negou. Então, disseram-lhe: -Já que você não vai executar esse homem, você vai ficar junto dele para morrer como um traidor. E ele foi fuzilado na mesma hora. A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse: -Pai, já estou na outra dimensão da vida. Cumpri a palavra empenhada: não matei, preferi morrer. Para que não continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente aqui, no Grupo Espírita Pedro (Macaé-RJ). Peixotinho, por ter sido militar, em razão justa, como espírita, tinha esse trabalho de preces em benefício das vítimas de guerra e pela paz. E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final. certo dia, Rodolfo (espírito) disse, assim, no Grupo de Oração do Peixotinho: -Orem por minha irmã, ela está correndo perigo. E como a voz do alemão, através da voz direta por ectoplasmia, não era bem nítida, um sotaque carregado, a pronúncia do nome da sua irmã não saía boa, ao invés de Scheilla, saía Ceila. Passado alguns dias ele disse: -Minha irmã acabou de desencarnar. Foi vítima de bombardeio da aviação. Ela e meu pai desencarnaram. Dias depois, para agradável surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse: -Eu sou Scheilla. Foi muita alegria! Os irmãos ficaram cheios de júbilos espirituais. >>>saiba mais <<<

Por volta de 1954, em Pedro Leopoldo, Scheilla surgiu muitas vezes em sessões de materialização, e seus contatos com eram freqüentes Chico Xavier. Brilhante era uma luz que inundava toda a sala onde trazia os vários aparelhos materializados que fogem ao alcance da medicina terrena.


Utilizando-se do éter, primeiramente higienizava o recinto e as enfermidades, e depois deixava espargir seu perfume de jasmim e rosas que somente ela sabe fabricar. Quando muito cansado pelo grande número de atendimentos às criaturas necessitadas, Chico Imediatamente era envolvido por seu perfume, que exalava espontaneamente. Muitos o sentiram ao se aproximar dele, em qualquer situação ou local. Scheilla depositava vários ingredientes na água que as pessoas levavam até Uberaba e, em questão de segundos, Tornava-a tão doce que, ao beber, como pessoas que sentiam um só Espírito tão belo como Scheilla disto seria Capaz!

FONTE: 1. Francisco Cândido Xavier. 2. Centro Espírita Roseiral DE SHEILA (em Belo Horizonte).

Atualmente, a querida Mentora trabalha na Espiritualidade Juntamente com o Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova, Cairbar Schutel. Esta Colônia foi planejada há muitos séculos por Aqueles que, sendo os Engenheiros Condutores de Jesus, conhecem a Terra do seu passado longínquo ao seu futuro distante. O Brasil nem mesmo existia na face do globo ea Alvorada Nova já estava fixando seus primeiros alicerces, Através dos Trabalhadores de Cristo que sabiam da destinação do nosso país como Pátria do Evangelho, TENDO Ciência da Importância da sua localização nas camadas Vibratórias ao redor do planeta .

Scheilla desenvolve um trabalho forte e muito amplo com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes cujos coordenadores formam com ela o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne para Decidir Periodicamente as questões pertinentes a Casa. Reuniões Após essas, Scheilla encaminha uma Cairbar Schutel o comunicado de suas atividades. Sua administração direta no Hospital foi estipulada há muito tempo pela Espiritualidade Superior.

A equipe de trabalho de Scheilla ligam-se muitos encarnados para uma consecução da cura espiritual da vida nos dois planos.

Quem é, na verdade, Scheilla? Quem será esse ser pleno de bondade que parece acompanhar uma milênios um grande grupo de espíritos altamente imperfeitos e endividados, buscando ajudá-los em sua evolução?

Certo dia, em mensagem psicografada, assim se expressou Cairbar Schutel a seu respeito: “Scheilla é, para mim, um verdadeiro exemplo de fé, de perseverança, de humildade e, sobretudo de muito amor. Quem dera pudéssemos todos nós ter uma pequenina parcela de seu infinito desejo de amar! “

Scheilla vivencia o amor em sua plenitude, fazendo da cura a sua verdadeira face. Ama e trabalha diuturnamente pelo próximo. Outra não foi a recomendação de Jesus quando esteve entre nós! Outra não é a recomendação dos Espíritos que orientaram Allan Kardec na obra de Codificação! “

FONTE: GLASER, ABEL, ALVORADA NOVA. AUTOR ESPIRITUAL: Cairbar Schutel.

Click aqui saiba mais>>Colonia Espiritual Alvorada Nova
Click aqui saiba mais>>A segunda versão sobre a encarnação de Sheila (primeira guerra)

 Rodolfo,(irmão sheila) nas primeiras vezes em que psicografou mensagens, assinava "O Fuzilado".












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